Petrobras adia em 14 dias parada programada de Mexilhão e Rota 1

Publicado em: 13/08/2021 17:39:17

A Petrobras informa que a parada programada de 30 dias para manutenção da plataforma de Mexilhão e do gasoduto Rota 1, que escoa o gás natural produzido em Mexilhão e em outras plataformas do pré-sal e pós-sal da Bacia de Santos, será adiada em 14 dias, passando para 29 de agosto de 2021.

A postergação foi motivada pela ocorrência de parada emergencial não programada para reparar equipamentos da planta de processamento que recebe o gás natural oriundo do gasoduto Rota 2, o qual também escoa o gás natural produzido na Bacia de Santos. A operação é indispensável para assegurar o pleno funcionamento da Rota 2, o que garantirá o abastecimento do mercado durante a parada do gasoduto Rota 1.

Como se trata meramente de um ajuste de cronograma, estão preservadas as premissas de fornecimento e disponibilidade física de molécula de gás, permanecendo assegurado, portanto, o abastecimento do mercado, observadas as condições pactuadas nos contratos.

O novo cronograma trouxe um desdobramento que se mostra favorável ao mercado e ao setor elétrico do país, uma vez que resulta em uma redução do período em que haveria a imposição da restrição contratual na programação de gás para os clientes e, consequentemente, eventual majoração de custo em caso de retiradas de gás acima dos volumes programados e restritos. De acordo com os contratos, as paradas programadas da Petrobras podem durar no máximo 30 dias. Com a mudança, a Petrobras aplicará a restrição, se necessário, por apenas 16 dias, entre 29 de agosto e 13 de setembro. Dessa forma, no período entre 15 e 29 de agosto serão mantidas as condições normais dos contratos. As atividades da parada programada de Mexilhão e do gasoduto Rota 1 estão previstas para ocorrer até 28 de setembro.

O novo cronograma permitirá, ainda, um aumento na geração de energia elétrica a gás natural se comparado ao cenário anterior, em função da disponibilidade de gás para usinas, que fariam paradas programadas de forma concomitante com a parada da Rota 1, ou operariam com combustíveis alternativos.  Assim, foi reprogramada a parada da UTE Cubatão, de propriedade da Petrobras, além da confirmação de disponibilidade para o consumo de gás natural para geração de energia por mais 14 dias (entre 15 e 29 de agosto) das usinas Araucária, Linhares, Santa Cruz, William Arjona e Norte Fluminense.

Mapa das rotas de escoamento de gás (Rotas 1, 2 e 3)

O ajuste na data de início da parada programada mantém assegurado cumprimento dos prazos máximos designados em normas e recomendações para as inspeções a serem realizadas como manutenção preventiva e melhorias nas instalações, não alterando o escopo original considerado e garantindo a continuidade e a segurança nas operações de escoamento e fornecimento de gás natural.
 
A Petrobras segue envidando todos os esforços para maximizar a disponibilidade de gás ao mercado, durante a parada programada, observando sempre a segurança de suas operações e o respeito ao meio ambiente. Entre as soluções implementadas, destacam-se:
 
• Ampliação da capacidade do Terminal de Regaseificação da Baía de Guanabara de 20 milhões para 30 milhões de m³/dia;
• Reposicionamento de navio regaseificador do Terminal de Regaseificação de GNL de Pecém para o Terminal da Bahia (TRBA), com capacidade de ofertar mais 14 milhões m³/dia;
• Posicionamento no mercado de cargas e navios supridores de GNL.

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