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Relatório de Produção & Vendas 2T19

Publicado em: 26/07/2019 00:46:04

Apresentamos um sólido desempenho operacional no 2T19, destacando a performance dos campos do pré-sal que foram responsáveis por 57% da nossa produção de óleo. No mês de maio, completamos dez anos de produção no pré-sal na Bacia de Santos, com indicadores de produtividade acima da média da indústria offshore. Em apenas uma década, a produção operada acumulada (Petrobras mais parceiros) no pré-sal da Bacia de Santos atingiu 2,5 bilhões boe, um volume significativo, que corresponde a toda reserva provada da Argentina, por exemplo.

As características únicas do pré-sal da Bacia de Santos, como a localização em águas ultra profundas, a camada de sal que chega a 2 km de espessura e a distância de 300 km da costa constituíram um desafio sem precedentes na indústria de óleo e gás. Dez anos depois do primeiro óleo de Tupi, não só desenvolvemos soluções inéditas para superar os desafios no pré-sal, com o emprego da mais alta competência técnica, como também comprovamos sua viabilidade econômica e batemos uma sucessão de recordes. 

A produção de óleo, LGN e gás natural alcançou 2.633 Mboed no 2T19, com um crescimento de 3,8% em relação ao 1T19. Apenas no pré-sal, a produção cresceu 12,7% atingindo a marca de 1.168 Mbpd no 2T19. No entanto, a produção nos campos do pós-sal diminui 4,1%, de 730 Mbpd no 1T19 para 700 Mbpd no 2T19, devido principalmente à parada definitiva de produção das plataformas P-33 e P-37. A produção de óleo em águas rasas e campos terrestres, que são foco da nossa gestão ativa de portfólio, apresentou uma redução de 10% na comparação com o 1T19. 

O crescimento do pré-sal é decorrente do ramp-up das plataformas que entraram em produção em 2018 e 2019. Estas plataformas, cujas capacidades totais de produção somam 1,05 MMbpd (952 Mbpd atribuíveis à Petrobras), contribuíram com 436 Mboed no 2T19.

Apesar da perspectiva de crescimento, que se materializará com a continuidade do ramp-up das plataformas recém-instaladas no pré-sal, os volumes de produção foram inferiores aos previstos no 2T19.

Nosso compromisso com a transparência e respeito aos investidores nos obriga a rever a meta de produção para 2019. Alteramos a nossa meta para o ano de 2,8 MMboed para 2,7 MMboed com variação de 2,5% para mais ou para menos. A projeção de produção de óleo é de 2,1 MMbpd com variação de 2,5% para mais ou para menos. A meta revisada é suportada pela resolução dos problemas de comissionamento das plantas de gás nas plataformas de Búzios, que já resultaram em melhora operacional em julho, com a produção média retornando ao patamar de 2,7 MMboed, e pelo replanejamento da eficiência operacional e do cronograma de entrada de novos poços em Búzios, tomando por base os resultados até então obtidos.

Com relação ao refino a produção de derivados no 2T19 aumentou 1,4% em relação ao 1T19, principalmente devido a menos paradas de manutenção, a maior demanda de derivados e a maior disponibilidade das unidades de conversão. É importante ressaltar que, associado ao aumento de produção, houve uma melhora no perfil de derivados produzidos com maior participação de diesel, QAV e gasolina no total produzido. Destacamos também, como parte do movimento para desenvolver novos mercados e adicionar valor à exportação do petróleo do pré-sal, a inauguração de uma tancagem de óleo cru no porto de Qingdao, na província chinesa Shandong. A escolha do local é estratégica: no ano de 2019 a China foi o destino de aproximadamente 75% do volume de óleo cru que exportamos, dos quais grande parte tem como destino refinadores independentes de Shandong e regiões adjacentes. Buscamos, por meio dessa iniciativa, solidificar nossa presença no promissor mercado chinês, em mais um passo na jornada para diversificação e capilarização de nossas vendas de petróleo.

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