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Vice-campeão mundial do tiro com arco visita Jogos Mundiais dos Povos Indígenas

Publicado em: 24/10/2015 20:17:53

Marcus Vinicius D’Almeida, atleta do Time Petrobras, conheceu de perto o arco e flecha usado pelos indígenas

Maior revelação do tiro com arco brasileiro, Marcus Vinicius D’Almeida, de 17 anos, conheceu de perto a arte milenar do arco e flecha praticada pelos indígenas. O vice-campeão da Copa do Mundo de Tiro com Arco do ano passado conheceu o índio Timbira Pataxó, que mostrou seu arco ao atleta. Marcus Vinícius fez uns lançamentos na arena da competição e conversou com o indígena sobre o equipamento. O encontro ocorreu na tarde deste sábado (24/10) durante os Jogos Mundiais dos Povos Indígenas em Palmas, no Tocantins.

O arqueiro carioca radicado em Maricá (RJ) mostrou seu equipamento para o índio da etnia Pataxó. O arco profissional é feito com fibra de carbono e alumínio e a flecha de fibra de carbono e ponta de aço. O arco dos Pataxós é de madeira e a flecha de madeira com osso na ponta. Os índios usam o arco e flecha também para a caça de pequenos animais que fazem parte da sua dieta. "É a segunda vez que tenho contato com o arco indígena, descobri que a ponta é de osso, eu não sabia. O arco deles é mais simples, é outro estilo de tiro, mas eu me saí bem. Foi uma experiência muito legal, eu curti. Quem sabe eu não tento mais vezes", brincou Marcus Vinicius, medalhista de bronze por equipes nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, disputados no mês de julho.

Considerado um fenômeno no esporte, Marcus Vinicius D’Almeida é conhecido em todo o mundo como o Neymar do Tiro com Arco. Além do vice na Copa do Mundo de 2014 e do bronze no Pan de Toronto, ele foi prata nos Jogos Olímpicos da Juventude, em Nanquim, na China, ano passado. O jovem arqueiro também foi apontado como o segundo melhor do mundo pela Federação Internacional do esporte. O Time Petrobras é formado por um grupo de atletas de 15 modalidades com foco na busca por resultados.

Oca da Sabedoria

O espaço ‘Oca da Sabedoria’, patrocinado pela Petrobras, é uma das principais atrações da Vila dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas. Ambientado de acordo com as tradições indígenas, oferece diversas atividades. O objetivo é acolher as representações indígenas promovendo uma arena de debates e interação entre as 24 etnias nacionais e povos de 22 países, que participam dos Jogos. Além da Petrobras, o evento conta com apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Ministério do Esporte do Governo Federal.

A Oca da Sabedoria, com capacidade para 500 pessoas, conta com uma programação com diversas atividades tais como: debates, fóruns, workshops, palestras com personalidades, intelectuais e atletas. Além de apresentações artístico-culturais tais como: filmes, mostras, teatro, danças típicas e outras atividades que tratam da temática indígena e de suas transversalidades.

Para os Jogos, são esperados mais de dois mil atletas de diversas etnias, selecionados pelo Comitê Intertribal Memória e Ciência Indígena (ITC), organizador do evento. Os jogos disputados pelos participantes se dividem em jogos ocidentais, tradicionais demonstrativos e nativos de integração. Os critérios da seleção foram: a conservação dos costumes de cada etnia, o idioma, as crenças, os ritos, as pinturas corporais, a música e os esportes tradicionais dos povos. No caso das etnias brasileiras, também foi pré-requisito a participação em alguma edição dos Jogos Indígenas Nacionais, que acontecem desde 1996.

Serviço

Oca da Sabedoria
Data: 20 de outubro a 1º de novembro de 2015.
Local: Vila dos Jogos (entorno do Estádio Nilton Santos) Palmas (TO)
Programação completa: www.jogosmundiaisindigenas.com

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