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Baiano Isaquias Queiroz, do Time Petrobras, leva um ouro e uma prata no Pan de Toronto

Publicado em: 13/07/2015 13:14:12

Ginasta Flávia Saraiva, também atleta do Time Petrobras, foi bronze por equipes neste domingo

O Time Petrobras segue brilhando nos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Nesta segunda-feira o baiano Isaquias Queiroz, da canoagem de velocidade, conquistou o ouro na categoria C-1 1.000 metros. Para chegar ao lugar mais alto do pódio, o baiano teve de superar o medalhista olímpico, o canadense Mark Oldershaw, que ficou com a prata. Mesmo cansado após a prova que lhe valeu a medalha de ouro, Isaquias voltou a competir e conquistou a prata na prova disputada em duplas, a C-2 1.000 metros, ao lado de Erlon Silva. Os campeões dessa prova foram os canadenses Benjamin Russell e Gabriel Beauchesne-Sévigny. A medalha de Isaquias na C-1 1.000 foi o quinto ouro do Brasil nesta edição dos Jogos de Toronto.

Isaquias entrou para a canoagem de velocidade por meio do programa Segundo Tempo, do Ministério do Esporte, em 2005, aos 11 anos, na cidade de Ubaitaba (BA). Na época, o esporte era apenas uma diversão até os treinadores perceberem que Isaquias tinha talento. Hoje, aos 20 anos, o atleta faz parte da seleção permanente de canoa, e treina no Centro de Treinamento da modalidade, na Represa de Guarapiranga, em São Paulo, com o técnico espanhol Jesus Morlán. Os melhores resultados da carreira vieram no Campeonato Mundial. Em 2013 ele foi ouro na prova C-1 500 metros – não olímpica – e bronze na olímpica C-1 1.000 metros, em que o Brasil nunca tinha conquistado nenhuma medalha até então. No Mundial de 2014, ganhou o ouro novamente na C-1 500 metros. Para Isaquias Queiroz, os Jogos Pan-Americanos de Toronto servem de preparação para o Mundial de Canoagem, entre 19 e 23 de agosto em Milão (ITA).

Neste domingo a ginasta Flávia Saraiva, de 15 anos, foi bronze por equipes na ginástica artística. Nessa modalidade de disputa todos os ginastas passam pelos quatro aparelhos (solo, trave, barras paralelas e salto). Flávia foi a melhor atleta na prova da trave e a terceira melhor no solo. Foi a primeira medalha da ginasta em Jogos Pan-Americanos. Nesta edição ela ainda compete na categoria individual geral (competição individual que reúne todos os aparelhos), na trave e no solo.

Flávia é considerada o novo fenômeno da ginástica artística brasileira. Ela começou no esporte aos 8 anos de idade graças a uma prima, que incentivou a família a inscrever a menina, que “vivia de cabeça para baixo”, em um projeto esportivo desenvolvido por uma ONG na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Com apenas 1,33m de altura, Flávia se destaca pela força e explosão nas acrobacias. Nos Jogos Olímpicos da Juventude de Nanquim, China, em 2014, ainda aos 14 anos, Flávia foi ouro no solo e levou duas pratas, na trave e na categoria individual geral. A atleta também conquistou resultados importantes no Pan-Americano de Ginástica, em 2014, e nos Jogos Sul-Americanos da Juventude, em 2013.

Medalhas também no judô

Após os três pódios no sábado, ontem foi a vez do judoca paulista Charles Chibana conquistar o ouro na categoria até 66kg e da carioca Rafaela Silva, campeã mundial em 2013, levar o bronze na categoria até 57kg. Chibana teve um desempenho avassalador: venceu suas três lutas do dia por ippon, o nocaute do judô. Já Rafaela Silva perdeu na semifin

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