Petrobras seguirá procedimentos previstos no contrato com a Bolívia

Publicado em: 05/05/2006 00:00:00
A Petrobras esclarece:
 
Não há contradição entre as recentes declarações do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e as afirmações dos executivos da Companhia em relação ao fornecimento do gás natural boliviano para o Brasil. 
 
Segue declaração do presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, sobre o assunto: 
 
"Não há qualquer contradição entre as declarações do presidente Lula e o que a Petrobras vem afirmando sobre a questão do gás boliviano.
 
O contrato entre a Petrobras e a YPFB estabelece os mecanismos que devem reger a negociação, e nós vamos seguir os procedimentos previstos no contrato. Primeiro, uma negociação direta entre as partes, por um período de 45 dias. Se não houver acordo, o próximo passo é a arbitragem internacional, em Nova York.
 
A posição da Petrobras é a de não aceitar aumento de preços, e vamos defender isso na negociação. Os novos investimentos da Petrobras na Bolívia continuam suspensos. Nada mudou em relação ao que temos afirmado.
 
O encontro dos presidentes em Puerto Iguazú criou as condições favoráveis a uma negociação mais técnica e empresarial. A Declaração dos Presidentes da Argentina, Bolívia, Brasil e Venezuela divulgada ao final da reunião afirma, textualmente, que "a discussão sobre os preços do gás deve dar-se num marco racional e eqüitativo que viabilize os empreendimentos". As declarações do presidente Lula facilitam a negociação entre as empresas, restabelecendo o foro técnico e econômico em que ela deve se dar."

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